sábado, 24 de novembro de 2012

O Big Bang

  Segundo essa teoria, o princípio foi o nada absoluto. A matéria é a energia, o espaço e o tempo, como o concebemos hoje, criaram-se numa grande explosão: o Big Bang.
  Nesse instante, há 15 bilhões de anos, cria-se o Universo, que já contém tudo, inclusive o espaço vazio, e inicia-se a sua expansão. No instante inicial a matéria é constituída por partículas fundamentais, semelhantes entre si e associadas por um único tipo de força.
  A teoria do Big Bang é uma das mais aceitas para explicar a formação do Universo porém deve-se levar em conta que nem sempre uma teoria corresponde à verdade. Essa teoria foi inicialmente citada pelo filósofo belga Georges-Henri Édouard Lemaître(1984-1966), na década de 50 e chamava essa teoria de "hipótese do átomo primordial". e desenvolvida pelo astrônomo inglês Fred Holey que por incrível que pareça anos antes de falecer se opôs a ela. 
Lemaitre era padre católico,
astrônomo e físico.
  Porém mais tarde desenvolvida pelo astrônomo inglês Fred Hoyle(1915-2001), famoso por algumas teorias que iam de encontro à opinião científica corrente e um escritor de de ficção científica. Hoyle passou a maior parte da carreira no Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, de que foi diretor vários anos. que por incrível que pareça, faleceu opondo-se a ela. 
  Acreditar que os mundo foram criados por Deus é uma questão de fé não científica, conforme advoga o escritor aos hebreus 11.3: "Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente".

Sempre em Cristo,
Dc Josebias.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Laicismo seja louvado





  O grande assunto do momento é a proposta de eliminação da frase "Deus seja louvado" das cédulas de real. Ouvi, nesta manhã, em um programa de rádio, um procurador do Ministério Público Federal (MPF) dizendo que o Estado é laico e deve eliminar as referências à religião. Ele, inclusive, notificou o Banco Central (BC) por considerar que a aludida frase é uma "ofensa à laicidade da República Federativa do Brasil"

  Segundo o MPF, o registro na moeda nacional desrespeita o Estado laico e deve ser banido das cédulas. O BC argumenta que até a Constituição Federal foi promulgada "sob a proteção de Deus", e que "A República Federativa do Brasil não é anti-religiosa ou anti-clerical, sendo-lhe vedada apenas a associação a uma específica doutrina religiosa ou a um certo e determinado credo".
  Ora, se a aludida frase incomoda tanto o MPF, bem como os ateístas, ativistas LGBTUVWXYZ e adeptos do laicismo, de modo geral, sugiro que eles façam propostas ou exigências mais amplas, além de requererem a exclusão dos "abomináveis" dizeres contidos nas cédulas do real. Se o Estado é laico, como eles advogam, que não haja mais nenhum feriado ou comemoração religiosa no Brasil. Não seria bom para todos eliminar o calendário católico, em nome da laicização? Imagine o que aconteceria com o comércio, se não houvesse mais os dias de N.S. Aparecida, Páscoa, Finados e Natal!
  Ah, o Estado é laico? Então, que sejam demolidos o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a estátua do Padre Cícero, no Ceará. Penso que esses grandes símbolos religiosos deveriam ser eliminados, para agradar os laicistas de plantão, não é mesmo? O ideal seria que no lugar dos tais símbolos fossem erigidos monumentos que cultuem a diversidade sexual e a liberdade de expressão. Que tal colocar um enorme arco-íris, símbolo usado pelos cidadãos LGBTUVWXYZ, no alto do Corcovado, bem como uma estátua de Oscar Wilde em Juazeiro do Norte? Certo deputado BBBrasileiro ficaria satisfeitíssimo, caso isso ocorresse.
  Ora, se o Estado é laico, é inadmissível que haja cidades cujos nomes façam referência à religião, como Aparecida, em São Paulo, e Natal, no Rio Grande do Norte. Proponho que, numa decisão exemplar, a maior cidade do nosso país, São Paulo, tenha o seu nome mudado para Carl Marx ou Voltaire. Outro Estado que deve mudar de nome urgentemente é o Espírito Santo. Este é uma afronta ao laicismo!

  Ironias à parte, será que todo esse empenho em laicizar o Estado tornará o Brasil melhor? Será que a "relevante" conduta do MPF contribuirá para a diminuição dos índices de homicídio nas grandes cidades, melhorará a educação, a saúde pública e o trânsito, bem como tornará o nosso país mais civilizado?


Ciro Sanches Zibordi
Sempre em Cristo,
Dc Josebias.