quarta-feira, 4 de julho de 2018

Uma mentirosa ilusão

                   "Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo..." Hb 9.27

Resultado de imagem para o espírito volte para Deus


 Às vezes evitamos o assunto chamado morte. Esse silêncio revela o tabu, não apenas na sociedade em geral, mas também nas igrejas, pois, quem ousaria contrariar o ibope e indispor-se, abordando o que Isaías disse ao rei? Quem, nas igrejas, gostaria de ser lembrado de preparar-se para morrer?

"Senhor faze-me reconhecer minha condição de pecador e ensina-me a distinguir tua verdade salvadora das mentiras"
 Um amigo contou-me que esperava ficar livre do seu carma, da sua dívida de culpa, em mais quatro reencarnações. Eu lhe respondi que não cultivava essa ilusão a meu respeito, pois sei que não consigo desfazer-me da minha capacidade de pecar, ainda que tivesse muitas vidas, pois, "não faço o bem que eu quero, mas, sim, o mal que odeio" (Rm 7.15). Assim não importa como eu me avalio, pois é o Deus Santo quem nos julga (1Co 4.3)! Essa triste condição só não é deprimente e desesperadora porque Jesus quitou a minha dívida ao morrer no Calvário. Somente estou livre, já agora, da minha culpa e vivo com esperança porque ele assumiu minha dívida.
 Como muitos, meu amigo até estava consciente de que morreria, as se deixara iludir pelos três grandes equívocos do espiritismo. O primeiro engano é que somos capazes do bem e que nós mesmos conseguiremos sanar o estrago do mal que causamos. A segunda ilusão é a reencarnação, a crença de que teremos mais de uma chance para aceitar nossos débitos. E o terceiro equívoco é que cada um se avalia a si mesmo. É óbvio que todos nós tendemos a enxergar-nos numa luz positiva e a avaliar-nos com notas boas! Esse conjunto de crenças nos cega para a gravidade da situação gerada pelo pecado na existência humana. E, com o diagnóstico equivocado, o tratamento proposto também é ilusório. Promete o que não se cumprirá.


 Sempre em Cristo,
 Josebias Onorato.

Imagem: https://i2.wp.com/www.esbocandoideias.com/wp-content/uploads/2016/03/o-que-a-biblia-ensina-sobre-corpo-alma-espirito.jpg?ssl=1 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

O Fruto do Espírito e o caráter cristão

 Em um de seus últimos ensinamentos aos discípulos, Jesus discorreu sobre a importância da frutificação espiritual (Jo 15.1-5). O Mestre fez uma analogia da videira e seus ramos com Ele e o crente, para ensinar que este precisa daquEle, afim de tornar-se semelhante a Cristo. É o Espírito Santo que produz o fruto em nós à proporção que lhe entregamos a vida.
 Para que o fruto seja gerado, é necessário que haja uma relação de interdependência entre o tronco e seus ramos. Jesus declarou aos discípulos que viera ao mundo com a missão de revelar-lhes o Pai, e que, ao partir, enviaria o Espírito Santo para estar com eles, ajudando-os em todas as coisas. Assim como Jesus fez-se homem para revelar o Pai à humanidade, o Espírito habita no crente a fim de que Cristo seja conhecido (1 Co 6.19).
 O princípio da frutificação encontra-se a partir de Gênesis 1.1. Notamos que cada planta e árvore devia produzir fruto segundo a sua espécie.
 A frutificação espiritual segue a mesma regra. João Batista exigiu de seus discípulos: "Produzi frutos dignos de arrependimento" (Mt 3.8). Em João 15.1-16, Jesus enfatizou este princípio esclarecendo aos seus seguidores que, a fim de desenvolverem espiritualmente, precisavam apresentar abundante fruto para Deus.
 De que tipo de fruto Jesus estava falando? A resposta encontra-se em Gálatas 5.2. Por conseguinte, o fruto do Espírito desenvolve no crente um caráter semelhante ao de Cristo, que reflete a imagem de sua pessoa e a natureza santa de Deus.
 Quando o crente não se submete ao Espírito, cede aos desejos da natureza pecaminosa. Mas, ao permitir que Ele controle nossas vidas, torna-se um solo fértil, onde o fruto é produzido. Mediante o Espírito, conseguimos vencer os desejos da carne e viver uma vida frutífera. O resultado é uma vida controlada pelo Espírito.
 Cada um produz um fruto segundo a sua espécie. Em João 14.16, lemos as palavras de Jesus aos discípulos: "Eu rogarei ao Pai, e ele vos enviará outro Consolador, para que fique convosco para sempre". A palavra outro, no original denota "outro da mesma espécie". O Espírito Santo é da mesma espécie de que Jesus. Logo, é de sua natureza produzir um caráter semelhante ao de Cristo no crente. É da natureza da carne pecaminosa produzir maldade.
 Mas qual o propósito? 
 Expressar o caráter de Cristo, através da revelação do fruto com relação a árvore de origem. Quando as pessoas tomam conhecimento de nossa confissão cristã, podemos vir a ser a única bíblia que muitas delas "lerão".
 Evidenciar o discipulado, intermediado pela confirmação do ensino prático do dar "muito fruto", a fim de sermos reconhecidos como discípulos de Cristo (Jo 15.8). Ele ressaltou que todo discípulo instruído será como o seu mestre (Lc 6.40). Isto significa que não é o bastante aceitar Jesus para afirmar: "Veja, sou crente!" Ele deseja que produzamos muito fruto. Se assim fizermos, estaremos demonstrando que verticalmente somos seus discípulos.
 Abençoar outras pessoas, ao manifestar o fruto estamos abençoando os ímpios que nos cercam e também os crentes que vêem a evidência do fruto espiritual em nós.
 Glorificar a Deus (Jo 15.8), por meio uma vida abundante em Cristo, resultado da frutificação do Espírito. Quando permitimos que a imagem dEle seja refletida em nós, as pessoas glorificam a Deus (Mt 5.16).
 Quando entregamos todo o controle de nossa vida ao Espírito Santo, Ele, infalivelmente, vai produzir o seu fruto em nós através de uma ação contínua e abundante. Como cristão, tudo que concerne ao caráter santificado, ou seja, a nossa semelhança com Cristo, é a obra do Santo Espírito até que Cristo seja formado em vós" (Gl 4.19).

 Sempre em Cristo,

 Josebias.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Cristologia (4)

Jesus e suas duas naturezas

   "Dos quais são os pais, e dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amem!" Rm 9.5.

   Assim como é heresia negar a divindade de Cristo, também é heresia negar-lhe a humanidade. A natureza divina e a humana estão juntas na pessoa única de Jesus Cristo.
   Nesse estudo vamos abordar as duas naturezas de Cristo: a humana e a divina. Jesus viveu entre nós, empregando as qualificações e características humanas, exceto o pecado. Como Deus, Ele manifestou todo poder e glória. Ele é o Eterno e verdadeiro Deus, e ao mesmo tempo, verdadeiro e perfeito homem, algo desconhecido na raça humana devido à Queda no Éden.
  
   1) A natureza humana. A Bíblia trata de Jesus como homem quando Dele como sendo da semente da mulher, ou seja, que teria, em sua encarnação, a natureza humana (Gn 3.15). Quando Gabriel anunciou a Maria que ela seria a mãe do Messias, Maria alegrou-se porque teria um filho. De acordo com Rm 1.1-7, o apóstolo Paulo aborda a expressão: "Nasceu da descendência de Davi segundo a carne", usada amiúde, revela a identificação de Jesus com a humanidade. Ele emprega o termo "carne" com esse mesmo sentido em Rm 9.5. Era conveniente que Jesus viesse ao mundo como homem; se assim não fora, não poderia sofrer e, por conseguinte ser o Salvador da humanidade (Hb 2.17). Além disso a Bíblia mostra a humanidade de Jesus, inclusive sa linhagem (Sl 22.22; fp 2.6-11; 1 Tm 2.5; 2 Tm 2.8). Sua genealogia encontra-se em Mt 1.1-17 e Lc 3.2-38.
   Os Evangelhos apresentam algumas características humanas, ou seja, atributos próprios da humanidade de Jesus. Embora gerado por ato sobrenatural do Espírito Santo, o Metre nascera de uma mulher (Mt 1.18, 20; Lc 1.35) e teve irmãos e irmãs (Mt 12.47; 13.55-56). Sentiu sono, fome, sede e cansaço (Mt 21.18; Mc 4.38; Jo 4.6; 19.28). Sofreu, chorou, angustiou-se (Mt 26.37; Lc 19.41; Hb 13.12) e, por fim, passou pela agonia da morte. Mas, ressuscitou glorioso, poderoso e triunfante ao terceiro dia (1 Co 15.3,4).

   2) A natureza divina. Jesus é Deus desde a eternidade. Esteve envolvido no ato da criação, indicando que já existia antes dela. Paulo confirma sua atuação criadora: "Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra... Tudo foi criado por ele e para ele", Cl 1.16. A expressão "Filho de Deus", conforme vimos em Cristologia (3), é uma das revelações da divindade de Jesus (Jo 5.18, 10.33-36). O Senhor Jesus declarou "ser um com o Pai"; isso significa ser o mesmo Deus e não a mesma pessoa (Jo 10.30). A divindade de Cristo é ensinada em toda a Bíblia de maneira direta: "e o verbo era Deus" (Jo 1.1), "este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 Jo 5.20) e, também, através dos seus atributos divinos, tais como onipresença, onipotência, onisciência, eternidade entre outros (Mt 18.20; 28.18; Jo 21.17; Hb 13.8).
   Jesus nunca disse "eu acho", "eu penso", "eu suponho"; jamais afirmou não poder resolver este ou aquele problema. Para o Mestre, não há impossível. Jesus não somente declarou ser Deus, mas revelou suas qualidades divinas, demonstrando seu poder sobre a natureza, o pecado, as enfermidades, o inferno, e a morte. Os Evangelhos estão repletos de suas manifestações divinas e sobrenaturais (Lc 24.19; At 2.22). Há vários exemplos desse, como perdoando pecados (Lc 5.21, 24) e por diversas vezes recebendo adoração (Mt 8.2; 9.18; Jo 9.38). Ele afirmou ser o grande "Eu Sou": antes que Abraão existisse, eu sou" (Êx 3.14; Jo 8.58).
   
* A encarnação de Cristo                 Jo 1.14
* A concepção virginal de Cristo     Mt 1.23
* A tentação de Cristo                      Mt 4.1-10
* O ministério de Cristo                   Mt 4.23
* A paixão de Cristo                         Lc 23.26-48
* A ressurreição de Cristo                Jo 20.1-10

   O Apóstolo Paulo sabia sintetizar, de forma singular a vida de Nosso Senhor em 1 Tm 3.16. "E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido acima, na glória".
   Esse é o Cristo que anunciamos. Somente nEle e através dEle pode o ser humano obter a vida eterna. Sem Cristo, ninguém chegará a Deus. Amém.
 
   Sempre em Cristo,
   Josebias Onorato

Acompanhe a série:
Cristologia (1) - Jesus , quem é este homem?
Cristologia (2) - Jesus o Verbo de Deus
Cristologia (3) - Jesus o Filho de Deus

domingo, 21 de dezembro de 2014

Cristologia (3)

Jesus, o Filho de Deus

   "Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus".
   Essa era uma confissão apostólica (1Jo 4.15). O objetivo dela era mostrar que apesar de Jesus receber os títulos de Filho, Primogênito e Unigênito de Deus, sua eternidade e divindade precedem tudo.
   O Filho foi gerado por Deus. Na Epístolas aos Hebreus, vemos claramente o escritor fazendo uma retrospectiva de toda uma profecia messiânica, até seu cumprimento absoluto no Filho: "Tu és meu Filho, hoje te gerei [...] "e eu lhe serei por Pai, e ele me será por Filho". At 13.33; Hb 5.5; 2 Sm 7.14. A expressão "Filho de Deus" nas Escrituras, indica claramente a natureza divina de Jesus.
   Cristo, como Filho de Deus, afirma possuir traços semelhantes ao Pai, como o poder para perdoar os pecados (Mc 2.1-12), ressuscitar os mortos (Jo 12.9) e repreender espíritos malignos, ou seja, revela Sua procedência e compartilha a mesma essência e natureza do Pai, "quem perdoa pecados senão Deus?".
   Filho desde a eternidade. O ensino de que o Verbo tornou-se Filho a partir da encarnação não tem apoio entre os teólogos realmente bíblicos, piedosos e conservadores. O Filho de Deus é eterno; sempre existiu; Ele é o Pai da Eternidade. Ele já era chamado Filho mesmo antes da sua encarnação (não confundir com reencarnação), como se vê em 1 Jo 4.9: "Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo, para que por ele vivamos". 
   Acerca desta demonstração de filiação e de relacionamento de amor, comenta D.A Carson:
"'Filiação' é, com muita frequência, uma categoria funcional na Bíblia. Por causa da maioria esmagadora de filhos que terminam profissionalmente fazendo o que os seus pais faziam, 'tal pai, tal filho' era a suposição cultural. Jesus presume isso nas Bem-aventuranças: 'Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus', Mt 5.9. A ideia é que Deus é supremo Pacificador, e assim todo pacificador é, neste aspecto, identificado com Deus, e neste ponto 'filho' do Altíssimo. Este também é o pensamento que está por trás destes nomes tais como 'filho de Belial [indignidade]' e filho da consolação'. A suposição cultural que não está clara é que o homem em questão ou é tão útil ou tão encorajador que o seu pai deve ter sido, respectivamente, indigno ou encorajador. Assim, quando Jesus afirma que o seu 'Pai trabalha até agora', está implicitamente afirmando ser o Filho de Deus, com o direito de seguir o padrão de trabalho que o próprio Deus estabelece a esse respeito"¹.
   Os milagres que operou demonstram que Deus era com Ele, e que, se antes Deus usara profetas, nestes últimos dias falara por meio de seu Filho, por quem também fez todas as coisas que existem (Hb 1.1-8). Esta mesma criação é herança dele (Sl 2.7-8).
   Podemos aprender muito acerca da relação de Pai e Filho entre Jesus e Deus em um episódio ocorrido num dia de sábado, quando o Senhor curou um homem e foi criticado por isto. Para certos grupos nos dias de Jesus, curar no sábado era pecado. Em resposta aos que o acusavam, identificou-se com Deus, o Pai, despertando ainda mais a ira daqueles homens. "E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também", Jo 5.17.
   Ainda neste ponto, devemos ressaltar que Jesus reivindica o direito de trabalhar no Sábado porque Deus é seu Pai, e sendo Jesus o Filho, pode seguir os passos do Pai.
   A relação de Jesus com o Pai revela também sua deidade (Jo 10.30-36). Portanto, é uma heresia e blasfêmia afirmar que Jesus é o Filho de Deus mas que não é Deus.
   Unigênito. Esse termo aparece cinco vezes nos escritos de João, todas relacionadas a Jesus (Jo 1.14, 18; 3.16, 18; 1 Jo 4.9). Isso revela claramente sua divindade. Na Bíblia, essa palavra expressa a ideia de natureza, caráter, tipo, e não de geração. Jesus é o "unigênito do Pai" no sentido do seu relacionamento exclusivo com Ele. Cristo não foi criado por Deus, Ele preexiste eternamente, por isso é chamado de Pai da Eternidade (Is 6.9), conclui-se portanto que, não podendo nenhuma criatura ser adorada, há uma chamada para que os anjos adorem o Filho (Hb 1.6).
   Primogênito. Esse termo quando aplicado a Cristo, não põe em cheque sua eternidade. A Palavra de Deus declara, em muitos textos, que o Filho é eterno (Is 9.6; Mq 5.2; Hb 13.8; Jo 1.3). Na Bíblia, o vocábulo original para "primogênito", além do sentido natural e humano de "filho mais velho", abrange também o significado de primazia, preeminência, supremacia, domínio, autoridade total. Apesar de Davi ser "o filho mais novo de Jessé (1 Sm 16.11), foi chamado de "primogênito"(Sl 89.20,27). O mesmo aconteceu com Efraim. Era este o filho mais novo de José (Gn 48.18, 19), mas fora apresentado como primogênito (Jr 31.9). 
   O Filho é Deus. "Mas do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do teu reino" esse termo "Deus" no versículo 8 de Hb 1, refere-se ao Deus de Israel (Sl 45.6,7. No Salmo 45.7 há dua menções proféticas de Deus. A primeira, "por isso Deus", é uma referência a Cristo. A segunda, "o teu Deus", é uma alusão a Deus, o Pai Eterno (Hb 1.8-9). Jesus não está se equiparando ao Pai como uma outra pessoa, uma alternativa, pois é dependente do Pai e subordinado a Ele: "Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se não vir fazer ao Pai", Jo 5.19a. Portanto, Ele nunca ameaça o Pai com competição, apresentando-se como uma alternativa divina. E Ele faz apenas o que vê o seu Pai fazer, "porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente" (Jo 5.19b). Portanto, ambos demonstraram um grande amor um pelo outro, e como Filho, na sua encarnação, Jesus foi dependente do Pai, nunca um competidor com o Pai.    
   
* Sl 2.7     - Jesus e sua encarnação
* Jo 3.16   - O Filho Unigênito foi enviado para nos trazer vida eterna
* Jo 8.36   - O Filho foi enviado para libertar os oprimidos
* Jo 5.18   - O Filho é igual ao Pai
* 1Jo 5.10 - Negar o Filho é negar o Pai
*Gl 1.10   - O Filho de Deus morreu pelos pecadores

  Quanto à divindade:                                 Quanto à humanidade:

 1) Filho de Deus (Mt 8.29)                        Nazareno (Mt 2.23)
 2)Alfa e Ômega (Ap 1.8)                          Carpiteiro (Mc 6.3)
 3)Verbo de Deus (Jo 1.1)                          Filho do Homem (Mt 3.23)
 4) Senhor (Jo 13.13)                                  Filho de José (Jo 6.42)
 5) Eu Sou (Jo 8.58)                                   Filho de Davi (Mt 1.1)
 6) Todo-poderoso (Ap 1.8)                       Jesus de Nazaré (Jo 1.45)

   A posição singular de Jesus com Filho, Primogênito e Unigênito aponta para a sua divindade. O sentido de "Filho" e de "Primogênito" não deve ser entendido pela perspectiva meramente humana. Deve-se estudar como muito esmero esses termos, a fim de compreendermos sua verdadeira significação, pois nos ajudará a desfazer a visão distorcida de muitos grupos religiosos não-cristãos.
   J. Blanchard assevera: "Quando Jesus desceu à terra não deixou de ser Deus; quando voltou ao céu não deixou de ser homem".
   
   Sempre em Cristo
   Josebias Onorato


¹A difícil doutrina do amor de Deus, CPAD.

Acompanhe a série:
Cristologia (1) - Jesus, quem é este homem?

sábado, 20 de dezembro de 2014

Cristologia (2)

Jesus, o Verbo de Deus

   Curiosamente, em nossos dias há pretensas pessoas que alegam, baseadas em pesquisas recentes, que Jesus nunca existiu. É fácil dizer que uma pessoa nunca existiu 2 mil anos após o registro de sua história. A questão é que o homem do século 21 precisa escolher se dará crédito às pessoas que viveram na época de Cristo e relataram que viram o Senhor, ouviram seus ensinos e o tocaram, ou se dará crédito a escritores que não viveram naqueles dias e dizem, mesmo assim, que suas opiniões são dignas de crédito, ainda que não tenham estado lá e presenciado os fatos. Preferimos, não apenas por causa da fé, mas também por causa da credibilidade das testemunhas da época e da convicção de sua eternidade do Senhor, crer que Ele existiu, e que a sua morte nos trouxe a vida. Ele também vive e não muda: "Jesus é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente", Hb 13.8.

O verbo exprime ação. A expressão "verbo" refere-se aos termos "pensamento", "razão". Para a cultura grega, este vocábulo representa algo tão sólido quanto uma parede. Verbo, portanto, transmitia a ideia de existência. Neste aspecto, o Senhor Jesus Cristo reflete o pensamento de Deus, e a manifestação terrena da existência e do poder divino. O apóstolo João demonstra a importância do Verbo de Deus e a sua existência quando diz:"O que era desde o princípio, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da Vida". 1Jo 1.1. O escritor não apenas viu e ouviu, mas também tocou Jesus.

O verbo cria. João começa seu
evangelho demonstrando a existência do Senhor, e também o poder criador do Senhor Jesus Cristo. "Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez", Jo 13. Isso demonstra que não estamos aqui por acaso, abandonados à própria sorte em um mundo injusto, mas que "tudo"- natureza, animais, pessoas - é fruto de sua criação. Todos fomos feitos por Ele. A criação denota um trabalho inteligente, planejado, ao passo que a teoria da evolução precisa do acaso para ter efeito e, mesmo assim, esse acaso precisa combinar determinados elementos para tentar funcionar. Jesus disponibiliza o seu poder para o crente para que este dê fruto:"Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podeis  fazer"Jo 15.5.

O verbo ilumina.  Diferente de diversos líderes religiosos, que se auto proclamam iluminados e que carecem de luz, Cristo é a própria a Luz. Apenas Ele tem poder para desfazer as trevas da humanidade. Davi recordando-de de seus momentos mais difíceis, disse acerca do Senhor: "Porque acenderás a minha candeia; O Senhor, meu Deus, alumiará as minhas trevas", Sl 18.28. A luz sempre faz diferença onde chega pois traz segurança e verdade, e Jesus é a Luz  dos homens(Jo 1.4).

   Sempre em Cristo,
   Josebias Onorato

Acompanhe a série:
Cristologia (1) - Jesus, quem é este homem?


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Cristologia (1)


   Jesus, quem é este homem?


   Focaremos um precioso período para conhecermos a verdadeira identidade de Jesus. Pois, já estamos no terceiro milênio e milhões de seres humanos ainda não conhecem o verdadeiro Jesus dos Evangelhos. Muitas pesquisas criteriosas foram realizadas sobre a vida e obra de Jesus ao longo da história do cristianismo. No enanto Ele continua sendo o personagem mais controvertido e mais importante da História. Foi tema de vários filmes, desenhos, músicas, livros, poesias, pinturas e teatros como ninguém. Sua história está traduzida em mais de 2 mil línguas e dialetos.
   Ele revelou seu poder sobre o reino das trevas, sobre Satanás e o inferno (Mc 5.7-13); sobre as enfermidades e a morte (Mt 10.8); sobre o pecado e sobre a natureza (Jo 8.46; Mt 8.26, 27). Seus discípulos chegaram a perguntar: "Que homem é este?" (Mt 8.27). O próprio Jesus perguntou certa vez: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?" (Mt 16.13). 
   Desde os primeiros séculos do cristianismo, houve tentativa de resposta para essa pergunta, porém muitos tropeçaram porque se embeberara
m em fontes erradas e se estribaram em métodos inadequados. Essa busca resultou em grupos religiosos isolados e seus líderes se tornaram grandes heresiarcas do passado como os gnósticos Simão de Samaria, Saturnino, Basisides, Cerinto, Marcião; os monarquianistas como Noeto, Práxeas, Paulo de Samosata, Sabélio; dentre outros como Ário, Apolinário, Jacó Baradeus, cujas doutrinas cristológicas estão presentes na atualidade. Porém, o Espírito Santo, já havia falado de antemão, pelo ministério do apóstolo Paulo, sobre os pregadores de um Jesus estranho aos Evangelhos: "Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis", 2Co 11.4.

   Os gnósticos

   Foram os primeiros dos citados grupos. O nome vem de gnosis, que significa "conhecimento". Os membros desse movimento ensinavam a salvação através de um conhecimento místico e não pelas fé em Jesus. Eles eram grupos muito diversificados em suas doutrinas, pois diferiam de lugar para lugar, e em seus períodos, como o sírio, o egípcio, o judaizante e o pôntico.Essa doutrina era nada mais que um enxerto das filosofias pagãs nas doutrinas vitais do cristianismo. Negava o cristianismo histórico (segundo ela, o Senhor Jesus não teve um corpo, isto é, não veio em carne, o seu corpo seria uma mera aparência, que chamavam de corpo docético). Seu período áureo foi entre 135-160dC, mas o gnosticismo já dava trabalho às igrejas da época dos apóstolos. O apóstolo João enfatiza que "o Verbo se fez carne" (Jo 1.14) e que "todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus" (1Jo 4.3). É bom lembrar que os escritos joaninos são do final do primeiro século e que foram escritos na cidade de Éfeso, então capital da Ásia menor, de onde surgiu o gnosticismo.

Os ebionitas 

   Eram uma comunidade de judeus cristãos (séculos 2 e 4). O nome "ebionita", segundo Tertuliano, veio de um certo Ebion, gnóstico que sucedeu Cerinto. Mas, Eusébio de Cesaréia afirma que o nome veio por causa da manifestação da "pobreza de seu intelecto". A palavra hebraica ebion significa "pobre". Eles pregavam a pobreza com base em Mt 5.3. Eusébio de Cesaréia afirma que eles criam em Jesus como o seu messias, mas negavam sua deidade, e entre eles havia aqueles que rejeitavam a concepção virginal de Jesus por obra e graça do Espírito Santo. Viviam o ritual da lei e os costumes judaicos, eram hostilizados tanto pelos judeus quanto pelos cristãos. Repudiavam as epístolas paulinas, chamavam o apóstolo Paulo de apóstata e tinham um evangelho próprio, apócrifo, chamado de Evangelho aos Hebreus. Eles estavam dividido em três grupos: os nazarenos, os ebionitas fariseus e os gnósticos ou essênios. Eram numerosos no final do primeiro século, mas aos poucos foram desaparecendo do palco e perdendo-se de vista no cenário da História. Hoje, eles estão manifestos em nova roupagem. 

O Monarquianismo

   Esse movimento surgiu depois da metade do segundo século em torno do monoteísmo cristão. Os monarquianistas se dividiam em dois grupos: os dinâmicos, que ensinavam ser cristo Filho de Deus, mas por adoção; e os modalistas, que ensinavam ser Cristo apenas uma forma temporária da manifestação do único Deus. Tertuliano os chamou de monarquistas, do grego monarcia (monarchia), "governo exercido por um único soberano". Eram os opositores da doutrina do Logos, o alogoi, aqueles que rejeitam o Evangelho de João.
   Teódoto de Bizâncio, "o curtidor", era discípulo dos alogoi, mas aceitava o Evangelho de João com certa ressalva. Foi o primeiro monarquianista dinâmico de importância. Chegou em Roma em 190dC e foi excomungado em 198. Consideram Jesus apenas como um homem que nasceu de uma virgem, de vida santa e que sobre Ele desceu o Espírito Santo por ocasião do seu batismo no rio Jordão. Alguns de seus discípulos rejeitavam qualquer direito divino em Jesus, mas outros afirmavam que Jesus teria se tornado divino, em certo sentido, por ocasião da sua ressurreição.
   Hipólito (170-236) rebateu essas crenças. O mais famoso monarquianista dinâmico foi Paulo de Samosata, bispo de Antioquia entre 260 e 272. Descrevia o Logos como atributo impessoal do Pai. Eusébio de Cesaréia diz que ele "nutria noções inferiores e degradadas de Cristo, contrárias à doutrina da Igreja, e ensinava que quanto à natureza Ele não passava de homem comum". Suas idéias foram examinadas por três sínodos entre 264 e 269 e o último o excomungou. 
   Os monarquistas modalistas que não negavam a divindade do Filho nem a pessoa do Espírito Santo, mas, sim, a distinção destas Pessoas, o que é diametralmente oposto aos ensinos do Novo Testamento, visto que este ensina a unidade composta de Deus em três pessoas distintas. Os modalistas pregavam a unidade absoluta de Deus, coisa que nem mesmo o Antigo Testamento ensina e para apoiar tal ensino mutilaram os textos neotestamentários.
   Seus principais representantes foram Noeto, Práxeas e Sabélio. Noeto era natural de Esmirna e ensinava que "Cristo era o próprio Pai, e o Pai nasceu, sofreu e morreu". Cipriano (200-258), bispo de Cartago, chamou a heresia de Noeto de "patripassionismo" do latim Pater "pai" e passus de patrior "sofrer". Práxeas foi discipulo de Noeto e o seu principal opositor foi Tertuliano, que afirmou:"Práxeas fez duas obras do demônio em Roma: expulsou a profecia e introduziu a heresia; fez voar o Parácleto e crucificou o Pai".
   Desta última escola destacou-se o bispo Sabélio, que se tornou um grande líder desse movimento. Por volta de 215, Sabélio já ensinava suas doutrinas em Roma. Este bispo modalista ensinava que o Pai, o Filho e o Espírito Santo não eram três pessoas distintas, mas apenas os três aspectos do Deus único. Segundo esse bispo, nos tempos do Antigo Testamento, o Pai se manifestou como legislador. Nos tempos do Novo, esse Pai era o mesmo Filho encarnado, e esse mesmo Pai fazia o papel de Espírito Santo como inspirador dos profetas. Hipólito, em Contra Todas as Heresias, refutou essas heresias.
   Prepare-se para uma extensa série sobre a pessoa de Jesus.

Sempre em Cristo,
Josebias Onorato       

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O Pecado Imperdoável

 O sacrifício de Cristo nos faculta o acesso à Deus. Os homens precisam aceitar o sacrifício de Cristo, senão sofrerão o juízo eterno. 
  Entretanto Deus exige de nós responsabilidade no uso dos seus dons, mas deseja principalmente de nós uma vida de santidade. Pode haver na igreja pessoas, que, mesmo tendo experimentado os presentes de Deus - a salvação, o perdão dos pecados, a inclusão na igreja - queiram pecar voluntariamente, não havendo para os pecados de tais pessoas qualquer sacrifício. Pelo fato de retornarem à vida de pecados e pisarem o Filho de Deus, resta-lhes a expectação de algo ruim, pois cairão nas mãos do Deus Vivo.
 No capítulo 3 de Hebreus, está escrito: "Vede irmãos, que nunca haja entre vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo" (v.12). O termo apartar refere-se a apostasia. Esse pecado consiste na rejeição consciente, maliciosa e voluntária da evidência e convicção do testemunho do Espírito Santo, com respeito à graça de Deus manifesta em Jesus Cristo.
 Já no 10.26: " Já não resta mais sacrifício pelos pecados", assevera o texto sagrado. Trata-se de pecados insolentes, que se constituem numa afronta inominável a Deus. Pecar assim é um atentado à santidade do Altíssimo. Loucura que trará sérias consequências.
 A verdade divina liberta (Jo 8.32) quando o pecador a recebe de coração. No entanto, quando a verdade é desprezada de modo deliberado, consciente, doloso, reincidente e ofensivo, por quem a conhece bastante, torna-se impossível o perdão porque tal pessoa repudia e repele para longe de si a graça de Deus, que pode levá-la ao arrependimento. Restando assim uma expectação horrível, pois não havendo mais sacrifício pelo pecado, o que resta? Só uma sentença: "Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo" (10.31).
 Quando esse agravo é contra o Espírito Santo ai a coisa se estreita de uma forma terrível. Por tratar-se de um pecado múltiplo em sua prática: enquanto pisa o Filho de Deus, profana o seu sangue e faz agravo ao Espírito Santo (literalmente, insulto, insolência, ultraje). Para esse tipo de pecador, o Calvário não passa de uma encenação, de uma farsa.
 a) Blasfêmia contra o Espírito Santo
 Com o coração endurecido, o pecador ultraja conscientemente o Espírito Santo. Quanto a isso Jesus advertiu severamente: "Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo" (Mt 12.32). No texto de Marcos 3.29, entende-s
e que blasfemar contra o Espírito Santo é o mesmo que atribuir a Satanás a obra de Cristo.
b) O pecado imperdoável não é a simples incredulidade
 O incrédulo, de fato, se não aceitar a Jesus, está condenado (Jo 3.18). No caso em questão, não se trata de um incrédulo qualquer, mas de alguém que já teve amplo conhecimento da verdade. O Espírito Santo é que tem o poder de convencer o pecador de seus pecados (Jo 16.8). Se a pessoa o despreza e lhe faz agravo, não há mais esperança para o tal.
c) Arrependimento impossível. No capítulo 6 de Hebreus, o escritor afirma que se torna impossível a renovação para arrependimento daqueles que "uma vez foram iluminados"; "provaram o dom celestial"; "se fizeram participantes do Espirito Santo"; "provaram a boa palavra de Deus e as virtudes do século futuro" (vv.5,6). Qual a razão de tal impossibilidade? A resposta está claramente estampada no texto: por que "de novo crucificaram o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério". Mais uma vez se constata que o pecado imperdoável não é cometido por um desobediente desavisado qualquer, não se trata de pecado por ignorância.        
 A apostasia, o abandono da fé em Cristo, é algo de indescritível gravidade espiritual. Se rejeitamos o sacrifício de Cristo como paga pelos nossos pecados, nenhuma outra provisão haverá para a nossa salvação (vs. 26). O relativismo religioso e o secularismo que debilitam a igreja, afrouxando as regras e os limites entre o santo e o profano, constituem um sinal de alerta a nós. 
 Não rejeitemos a Cristo!

 Sempre em Cristo,
 Josebias.

sábado, 3 de maio de 2014

Divórcio Ministerial

  Juízo sobre os pastores

Ele... purificará os levitas e os refinará como ouro e prata. Assim trarão ao SENHOR ofertas com justiça. Ml 2.17-3.5 


 Em uma igreja antiga, o pregador entrava por uma porta lateral para subir os degraus que conduziam à tribuna. Ao fazê-lo, conta ao zelador ancião as grandes descobertas teológicas que pretendia compartilhar com a igreja, e como aquelas palavras poderosas irão impactar as pessoas presentes. Todavia, nem tudo sai como ele havia imaginado. Ao descer, humilhado, ouve o sábio ancião: "Se você tivesse subido estes degraus como os desceu, então poderia descê-los assim como os subiu!".
  Os pastores da época de Malaquias também precisavam ouvir essa exortação. Ao ministrarem ao povo, estavam eles mesmos sendo reprovados (1Co 9.27), pois eles também estavam sendo desleais, casando-se com mulheres estrangeiras, divorciando-se e descrendo do juízo de Deus. Não se preparavam apropriadamente, purificando-se primeiro a si mesmos, antes de procederem à purificação do povo. Nas palavras de Isaías, são pastores sem entendimento; todos seguem seu próprio caminho, cada um procura vantagem própria (Is 56.11).
No entanto, Malaquias profetiza o "refinamento" de Deus na vida desses pastores, o qual ocorreu alguns anos depois, por meio do ministério de Esdras e Neemias. E, na missão da igreja do Novo Testamento, ... também um grande número de sacerdotes obedecia à fé (At 6.7).
  Que tal continuarmos essa história em nossos dias? Sermos também sacerdotes, pastores que obedecem à Palavra e "sobem" humildemente os "degraus" do ministério? Que se purificam primeiro a si mesmos sob o sangue do Salvador? Que não se amoldam ao padrão deste mundo, mas transformam-se pela renovação da sua mente (Rm 12.2)?

Sempre em Cristo,Josebias 

sábado, 25 de janeiro de 2014

Éden antes do Gênesis? Será?

  O Jardim do Éden realmente existiu antes da narrativa de Gênesis, como dá a entender a passagem de Ezequiel 28.13?
  Os bons interpretes da Bíblia entendem que o Éden a que se refere o texto de Ezequiel 28.13 não é o mesmo relato do Gênesis. Esse Éden de Ezequiel refere-se a um outro jardim, que era governado pelo querubim perfeito Lúcifer, antes da sua queda. Temos de admitir, entretanto, que por mais brilhantes que sejam as interpretações dos eventos pré-adâmicos, elas não passam de especulação, pois a Bíblia não dá detalhes sobre os acontecimentos ocorridos na aurora do tempo.
  Entendem esses intérpretes que em Gênesis 1.1 o texto se refere à criação original  dos céus e da Terra, evidentemente uma terra pré-adâmica, pois somente muito depois Adão foi criado. Em outras palavras, a expressão "No princípio", em Gênesis 1.1, está fora do tempo dos seis dias da Criação, que vai de 1.3 a 2.25.
 A palavra "e", do versículo 2 do primeiro capítulo de Gênesis, indica que a obra citada neste versículo, isto é, a Terra sem forma e vazia, resultou de eventos independentes. Isso quer dizer que, entre os versículos 1 e 2, ocorreram catástrofes que transtornaram a obra criada "no princípio" por Deus. Uma tradução mais fiel ao original seria "e a Terra tornou-se sem forma e vazia". O verbo hebraico que foi traduzido por "era" é hayah, o mesmo traduzido para tornar-se logo adiante, no versículo 7:"o homem tornou-se alma vivente" , e como transformar-se em Gênesis 19.26:"a mulher de Ló foi transformada numa estátua de sal".
  Em Isaías 45.18, encontramos o profeta dizendo claramente que Deus não criou a Terra para ser vazia, mas a formou para que fosse habitada. Então, que eventos a teriam esvaziado? Embora devamos respeitar o silêncio da Bíblia, não podemos fugir à imaginação e à curiosidade humanas, que querem saber mais. Não podemos furtar-nos à especulação. Este mundo pré adâmico foi arrasado durante a revolta dos anjos, de que nos fala Isaías 14.12-14 e Ezequiel 28.11-19. Parece claro que o "rei de Tiro" é uma personagem que simboliza Lúcifer, pois nenhum rei da Terra esteve no Éden, Jardim de Deus.
  Portanto, o Jardim do Éden já existia antes do relato do Gênesis? Se tratamos do jardim onde Adão habitava, não. O que existiu foi um jardim no monte de Deus, na Terra, cujo regente era Lúcifer, o querubim ungido. Esse jardim era ornamentado de pedras mais preciosas do que o ouro. Chegamos a esta conclusão lendo o texto completo em Ezequiel. 
  Lúcifer, o querubim da guarda estabelecido por Deus, era perfeito em seus caminhos desde que foi criado, até que nele se achou iniquidade. Ao que se pode depreender dos textos que a ele se referem, governava sobre a Terra após o ato inicial da Criação, isto é, no período situado entre o primeiro e o segundo versículos do Gênesis. Possuidor de formosura e poder extraordinários, deixou-se possuir pela vaidade e quis transferir o seu trono para o Céu. "Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor", Ez. 28.17.
  Houve guerra no Céu e um terço dos anjos aderiram ao querubim rebelde. João viu estes anjos combatendo na guerra final, ao soar da sétima trombeta (Ap 12.4). Jesus também fez referência a esta guerra, em Lucas 10.18.
  Parece-nos, claro, portanto, embora devamos respeitar opiniões divergentes, que o Jardim do Éden onde habitou o primeiro casal era outro, criado por Deus na obra iniciada em Gênesis 1.3, que restaurou a criação inicial, tornada caótica durante a rebelião levada a efeito por Lúcifer, quando quis transferir da Terra para o Céu a área que lhe cabia reger. O tema nos exorta também à simplicidade, alertando-nos quanto a excesso de poderes que muitas vezes queremos concentrar em nossas mãos e que podem transtornar-nos a vida espiritual.    

  Sempre em Cristo,

  Josebias

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Símbolos da Nova Era (2)

  Os adeptos desse movimento utilizam uma parafernália de símbolos com forte apelo místico-esotérico, a maioria provinda de crenças orientais, pelos quais se identificam e são reconhecidos. Símbolo é "figura, emblema, imagem, sinal; representação abreviada de um elemento, pessoa ou país"(Dic Teológico, de Claudionor C. de Andrade). Símbolo é "aquilo que tem valor evocativo, mágico ou místico" (Dic. Aurélio, 4). Símbolo é "figura ou ação que representa uma realidade". "Quando as pessoas aderem ao uso de símbolo da Nova Era, automaticamente concedem permissão a Satanás para dirigir e comandar suas vidas, mesmo que o façam inocentemente, sem reconhecerem as verdadeiras implicações espirituais que isso fatalmente irá trazer-lhes" afirma Milton S. Vieira, em "símbolos da Nova Era" 5ª Edição.
 A verdade é que o uso desses símbolos é incompatível com a cristã. 
 O nome do movimento é muito sedutor. Ele decorre do fato de que o homem contemporâneo está decepcionado por tudo o que experimentou no século XX. A Nova Era vem para "sepultar" a era cristã, pois realizará o que seu nome indica: "derramamento de água" ou "era de aquários" sobre o mundo, para simbolizar a vinda de um novo "espírito" ou "nova mentalidade". Este "espírito" provocará nos homens uma expressão de consciência, através da ajuda de psicotécnicas: Tarô, Yoga, Meditação, a Holística, Mapa astral, Gurus, Esoterismo, "profetas", "messias", novas culturas, orações, Búzios, pirâmides, cristais, numerologia, Gnose, Acupuntura, Pacifismo, Rebieth, Channellins, Sincretismo, busca interior, livros de auto-ajuda, magia, adivinhação... e esta iluminação possibilitará uma vida "sem dificuldades e sem problemas". A "Nova Era" não é uma religião, mas apresenta propostas de vida religiosa. Não é um movimento filosófico, mas tenta dar respostas filosóficas a questões existenciais. Não é uma ciência, mas busca alicerçar-se em leis científicas ou pseudo-científicas.  
Saiba quais os significados dos símbolos da Nova Era para não cair nas garras do maligno:
                                                                                                                                                            

Infinito - Na antiga Índia e Tibete representava a perfeição, o dualismo e a unidade entre masculino e feminino. No tarot oculto é ligada à magia e representa o equilíbrio ou o equilíbrio de várias forças.




O Sinal do Pink Floyd - Boneco espiando sobre um muro, representa Satanás olhando para as pessoas que ainda não se decidiram por ele. Relaciona-se à queda do muro de Berlim e ao conjunto de rock Pink Floyd formado na Inglaterra em 1966, que gravou músicas de conteúdo satânico: "Corra como o Diabo"; "O Gnomo"; "Confortavelmente Anestesiado", e outras.



Mão Boba -  Consiste na saudação usando os dedos polegar e mínimo abertos e os demais fechados. Significa frouxidão, relaxamento, estado de embriaguez, de prostração, de negligência. Este gesto significa também o rebaixamento e queda da trindade - Pai, Filho e Espírito Santo - (os três dedos abaixados) e exaltação do diabo. Os dois dedos levantados (polegar e mínimo) formam o chifre que simboliza o diabo.



Mancha Louca - O mais divulgado símbolo do satanismo da Nova Era. Dizem que tem o objetivo de vulgarizar e zombar do sangue redentor de Jesus. Iguala-se ao desenho irregular de um líquido ao cair sobre uma superfície plana. Conhecida também como “mancha de sangue”. Usada principalmente em automóveis. 



Simbolo da Besta - Este número tem qualidades sagradas e por isso, deveria ser usado com maior freqüência possível para representar a Nova era, segundo os ensinamentos da Alice Bailey, suma-sacerdotisa da Sociedade Teosófica. 
Arco-íris - É o símbolo principal da Nova Era, mas apresentado só a metade! Ele representa a ponte entre a alma humana individual e a "Grande Mente Universal" ou "Alma Universal". Também é considerado como "Ponte Mental" entre o homem e as energias cósmicas e a cidade de Shambala. Na Bíblia, o arco-íris é o símbolo da Aliança entre Deus e o Seu povo. O mais usado símbolo da Nova Era. Biblicamente o arco é símbolo de uma aliança de Deus através de Noé. A Nova Era usa-o  significando a ponte que liga a alma do homem às forças cósmicas e ao próprio Satanás; união entre terra e céu, entre os seres do Universo. A Nova Era está sempre tentando “avacalhar” os símbolos do cristianismo. 



Fita entrelaçada sem fimSignifica a vida entrelaçada, onde há sempre uma continuidade em outras encarnações. Também representa o pacto de sangue entre os nova-erinos, envolvendo pessoas ou organizações. É usado para uma melhor obediência entre os aliados do movimento Nova Era.


Borboleta - é o símbolo próprio dos adeptos da nova era ou dos "aquarianos". Como a lagarta entra no casulo, transforma-se e sai em forma de borboleta, assim a humanidade passa de uma era antiga, transforma-se em todos os sentidos e entra na nova era.





Chifre - Simbologia usada por diversos povos, e até por famílias que se dizem cristãs. Tem o significado místico de afastar fluídos negativos (mal olhado, olho gordo...).. É usado no pescoço, como pendentes em pulseiras, colares, brincos, na sala principal das casas, etc. Simboliza o afastamento de  Representado por apenas um chifre.



Mão chifrada - Usado por artistas ligados a um determinado ritmo musical e seus fãs. Simboliza o louvor em rituais satânicos. 







SS - Usado por grupos nazistas em roupas, broches, tatuagens, etc. Simboliza o louvor e invocação de satanás.







Besouro - Símbolo que mostra que a pessoa que usa tem poder dentro do satanismo. 






Lua-estrela - Usados em roupas, adereços, artes e também em centros espíritas. Simboliza poder para transportar através do cosmos. 




Pirâmide -  É tida como elemento que capta a energia cósmica e beneficia as pessoas dando sorte nos negócios.





Cruz Satânica - O nome por si já diz o que significa, qual o seu uso, e o objetivo do porque usa.






Urano - Amor à natureza que se expressa através dos movimentos ecológicos. Urano simboliza a harmonia com o cosmo, adoração à deusa Gaia, o que eles chamam de "Lado feminino de Deus". 

Unicórnio - É o símbolo da liberdade e promiscuidade sexual: homossexualismo, lesbianismo, heterossexualismo, fornicacionismo, sexo grupal, etc. 


Cruz com laço - Simboliza o desprezo da virgindade, troca da parceiros conforme a escolha pessoal. A Nova Era ensina que a sexualidade é a parte que purifica o ser humano, eleva o espírito e embeleza o corpo. É a volta ao paganismo antigo, cujos "deuses" promoviam as danças com barulho excessivo, as orgias, a prostituição ritual, etc.


Casal Transpessoal - Símbolo do fim do casamento representado pela letra Omega, última letra do alfabeto grego. Os adeptos da Nova Era dizem que o ser humano não deve pertencer a nenhuma família possessiva, mas deve ficar sempre livre para buscar outros parceiros.

Pomba com ramo - Simboliza a paz à qual tendem os aquarianos, na esperança de que as águas de Peixes sequem para dar lugar à Nova Era. Não tem nada haver com a pomba que noé enviou para procurar terra firme esta pomba simboliza a paz à qual tendem os aquarianos, na esperança de que as águas de Peixes sequem para dar lugar à Nova Era.




Cabeça de bode - É um símbolo de zombaria, contrário ao cordeiro de Deus "Jesus".



Plutão - Simboliza a "união planetária, construção da "Aldeia Global", é o novo nascimento do planeta Terra com a união sem fronteiras, acima de credos, cor e raça. Simboliza também a "paz universal " dentro da nova era. 


Netuno - Simboliza a transformação das crenças. A cruz para baixo significa que todas as crenças serão destruídas para implantação do ecumenismo geral e sem fronteiras, e morte aos opositores, para que o planeta Terra seja governado por Maitreya o "Novo Messias".  


 Conheça mais símbolos em Símbolos da Nova Era (1).

 Sempre em Cristo,

 Josebias, o Diácono.  

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Ligar e desligar, o quê?

 Em Mateus 16.19, a referência que Jesus faz ao falar de "ligar" e "desligar" é às "chaves do Reino dos Céus", que aparecem no início do versículo. Logo, para entender o que significam essas expressões, primeiro devemos compreender o significado dessas "chaves".

 As "chaves do Reino" representam a autoridade que Deus delegou à Igreja. O termo "chave", aqui, fala de poder. Afinal, é com chaves que abrimos ou fechamos portas. Mas, que portas?
 Diz-nos a Bíblia que as "chaves do Reino" são usadas, entre outras coisas, para repreender o pecado e levar a efeito a disciplina eclesiástica, como vemos em Mateus 18.18, quando as expressões "ligar" e "desligar" aparecem de novo. Os outros pontos que caracterizam essa autoridade são o poder de orar eficazmente em prol da causa de Deus na Terra (Mt 18.19-20); o poder de dominar as forças demoníacas e libertar os cativos pelo poder do nome de Jesus e da Palavra de Deus; e a missão que a Igreja tem de pregar a Salvação e o perdão dos pecados para todos que se arrependem e creem em Cristo. Esse último ponto é o assunto da passagem de João 20.23, onde mais uma vez encontramos Jesus demonstrando a ideia de que a igreja, isto é, seus servos, tem autoridade para "ligar" e "desligar".
 Portanto, o 'ligar" e o "desligar' de Mateus 16.19 têm um sentido abrangente. Seu significado inclui os significados dessas mesmas expressões em Mateus 18.18 e João 20.23. Na primeira passagem, o sentido é amplo, como vimos no parágrafo acima: fala de poder de disciplinar eclesiasticamente, do poder da oração, do poder de expulsar demônios e de pregar a mensagem transformadora do Evangelho. Já as duas outras passagens abordam aspectos desse sentido: Mateus 18.18, a disciplina eclesiástica; João 20.13, o poder da proclamação da Salvação em Cristo.
 Sobre Mateus 18.18, é só ler o contexto das palavras de Jesus. Os três primeiros versículos deixam claro o significado da passagem ( v 15-17). Em João 20.23, não aparecem ligar" e "desligar", mas a ideia está implícita nas palavras "perdoar" e "reter". Quando Jesus afirma a seus discípulos que "àqueles a quem perdoardes os pecados, lhe são perdoados; e, àqueles a quem os retiverdes, lhes são retidos", Ele não está querendo dizer que os discípulos tinham agora o poder para perdoar pecados, pois somente Deus pode fazer isso. Ele estava afirmando que deu-lhes o privilégio de dizer aos novos crentes que os seus pecados foram perdoados, porque aceitaram a mensagem de Jesus. "Todos os crentes têm este mesmo privilégio. Podemos anunciar o perdão dos pecados com convicção quando encontramos o arrependimento e a fé".  

 Sempre em Cristo,
 Josebias, o Diácono.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A Mensagem do Evangelho

  Você já leu algo sem entender?
  Se entendêssemos tudo o que lemos na Bíblia, não haveria motivos para comprarmos manuais bíblicos, dicionários bíblicos e outros auxílios para estudo. Muito tempo atrás, um etíope parou seu carro às margens da estrada por onde viajava para ler um trecho das Escrituras Sagradas. Ele estava lendo o Livro de Isaías no AT, mas não conseguia compreender o que lia. Deus enviou Filipe para ajudá-lo. Filipe perguntou: Compreendes o que vens lendo?" (At 8.30).
 "Como poderei entender," replicou o homem, "se alguém não me explicar?" Filipe subiu no carro e explicou ao homem o significado daquilo que lia. Filipe explicou as boas novas acerca de Jesus a ele, e o homem creu em Cristo naquele dia e foi batizado. O etíope não tinha dificuldades para ler as palavras da Bíblia, mas não conseguia compreender o significado daquilo para sua vida,, até que Filipe o ajudou.
 A Bíblia possui uma mensagem para cada um de nós. Embora suas palavras sejam simples, seu significado para nossa vida é profundo. Deus nos fala por meio das palavras da Escrituras para nos dizer verdades importantes que pode mudar nossa vida.
 A Bíblia nos diz que Deus tem um plano para cada pessoa. Ele nos criou para viver num relacionamento com ele. Ele deseja nos dar vida eterna para que possamos ter uma vida plena sobre a terra e eterna no céu.
 Deus deseja que tenhamos vida eterna, mas a Bíblia diz que temos pecado. O pecado é tudo o que fazemos ou deixarmos de fazer e nos separa de Deus e nos faz romper o relacionamento com ele. Sem o Senhor em nossa vida, não temos esperança de vencer os danos causados pelo pecado. Não podemos vencer nossos pecados sendo religiosos, morais ou bons. Não temos em nós a capacidade de nos livrar dos efeitos de nossos pecados. A Bíblia diz que Deus é santo, o que significa que é desprovido de qualquer pecado e não permite nenhum pecado perto de si. Ele é também perfeito e justo. Sua natureza é tal, que não tolera o pecado, antes, o pune. Deus nos ama e deseja que tenhamos a vida eterna, mas nossos pecados impedem isso. Ele nos ama, mas precisa castigar o pecado. A Bíblia diz que a punição de nossos pecados é a morte. Quando não conseguíamos fazer nada por nós mesmos, Deus optou por enviar Jesus para sofrer o castigo por nossos pecados, morrendo por nós. Jesus é Deus que veio à terra como homem para morrer por nós. Ele morreu voluntariamente por nós e sofreu a dor e o castigo por nós. Sua morte satisfez o julgamento divino por nossos pecados e, ao mesmo tempo, mostrou seu amos por nós. Porque é Deus, Jesus pode fazer por nós o que só Deus pode fazer. Porque é um ser humano, ele podia tomar nossos pecados sobre si e morrer por nós. A Bíblia diz que reviveu para nos oferecer perdão de nossos pecados e vida eterna. De acordo, com as Escrituras, precisamos deixar nossos pecado, confiar totalmente que Cristo fez o que a Bíblia diz que ele fez e segui-lo em completa fé e obediência.
 As seguintes passagens bíblicas o ajudarão a receber a dádiva da vida eterna por meio de Jesus Cristo, caso você nunca tenha crido nele.
  1. Romanos 3.23 nos diz que todos somos pecadores: Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.
  2. Romanos 6..23 nos diz que o pecado nos traz a morte, mas Cristo nos traz vida eterna como dádiva de Deus: Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.
  3. Romanos 8.1 nos diz que as pessoas que creem em Cristo são perdoadas e não condenadas por Deus: Agora pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.
  4. Romanos 10.9 nos diz que somos libertos de nossos pecados quando admitimos nossos pecados a Deus e colocamos toda nossa confiança e Cristo: Se, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos serás salvo. 
  Romanos 10.13 nos diz: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Caso tenha invocado o nome dele, você foi perdoado de seus pecados e recebeu a vida eterna.
  Deixe Jesus transformar a sua vida!
  Receba agora mesmo a Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador e Senhor. Convide-o para entrar em sua vida, expressando esta oração a Deus: "Senhor Deus, preciso de Ti porque sou uma pessoa pecadora. Quero receber a Jesus Cristo, teu Filho, como Senhor e Salvador. Entrego agora mesmo a minha vida em tuas mãos. Perdoa os meus pecados, em nome de Jesus. Amém."
  Se hoje você recebeu a Jesus como seu único Senhor e Salvador, a Bíblia diz que você tem a vida eterna e paz com Deus(João 1.12; 5.24; 1 João 5.13).
  Procure uma igreja evangélica e torne-se um membro. Deus te abençoe em Nome de Jesus!!!
  Agora volte à imagem acima e dê uma olhada investigativa, o que lês?

 Sempre em Cristo,
 Josebias. Dc